Somos Bridge

O Grupo Bridge promove soluções em desenvolvimento humano para organizações. Acreditamos no imenso potencial do ser humano e em sua capacidade transformadora, que pode ser potencializada para alcançar feitos inimagináveis. Desde 1995, nos dedicamos a contribuir para o clima, ambiente e saúde das organizações.

Apaixonados por cuidar de gente, desenvolvemos o comportamento das pessoas, promovemos educação, fortalecemos as relações e ampliamos a visão e consciência de todos para o alcance dos melhores resultados.

Temos a certeza de que uma transformação está por vir, uma evolução na forma de trabalho, nas relações, um novo movimento nas organizações e na sociedade. Mais do que fazer parte, queremos provocar e ser coautores desta mudança. E queremos você conosco!

Rede de Transformadores

Percebemos que o mercado e o mundo têm exigido, cada vez mais, pessoas capazes de conectar conhecimentos e experiências para transformarem e promoverem a inovação que está por vir.

Queremos atrair sempre mais pessoas que também acreditem nesta capacidade, pessoas que façam as conexões e protagonizem a mudança positiva nos ambientes onde estão inseridas.

Por isto, convidamos você a fazer parte desta Rede.

O Jeito de Ser Bridge
#BridgeLifeWay

Aqui no Grupo Bridge, escolhemos trabalhar de forma inteligente, coerente e divertida. Para desenhar e desenvolver cada um de nossos projetos, reunimos um time multidisciplinar de especialistas das mais diversas formações. São Educadores, Consultores, Especialistas em Gestão do Conhecimento, em Tecnologia e Inovação, Psicólogos, Psicopedagogos, Psicodramatistas, Mestres, Administradores, Publicitários e Designers, todos apaixonados por pessoas.

A gente costuma dizer que este é o “nosso caldeirão”, o local onde temos uma mistura boa que faz a diferença em tudo que construímos diariamente. Criamos um ambiente interno livre, leve e bem humorado. Aqui, há mais de 20 anos, é permitido sonhar, criar e inovar.

Depoimentos dos Sócio-Fundadores:

Depoimento de Celso Braga (Sócio-Diretor e Fundador do Grupo Bridge):

“O grupo Bridge nasceu de uma ideia que tivemos de compartilhar com outras empresas o que já fazíamos eu e Sérgio em uma unidade do grupo Votorantin. Nós tínhamos a alma pura e sonhadora e queríamos compartilhar com o mundo uma visão de ações humanizadas.

Nosso primeiro evento juntos foi feito através de diálogo com um grupo de líderes que nós pusemos sentados no chão, sem material para apresentar. Naquele momento as emoções puderam percorrer a reconstrução do papel profissional daquela turma e foram alguns encontros assim. Como foi impactante! Pessoas vinham observar pela fresta de uma janela o que a gente estava fazendo. A imaginação correu solta, falaram até que eram sessões de bruxaria. Nem sabem como nos ajudaram, pois o diretor executivo quis que nós explicássemos o que estávamos fazendo e com toda dedicação apresentamos a teoria que embasava tudo e os passos planejados para um grupo de diretores e gerentes, tendo ao final recebido apoio incondicional do numero 1 da empresa e sendo parabenizados pela consistência da iniciativa. Nunca mais deixamos de lado essa história de fazer tudo com um perfeito embasamento teórico.

Nunca olhamos para concorrentes, ficamos sempre centrados em manter nossa coerência ao longo dos anos, nosso desenvolvimento e crescimento contínuo. Andamos sozinhos por um ano e fomos, a partir dali, buscando pessoas para fazer parte dessa história. Hoje, somos 30, mas já fomos 100. Crises vêm e vão, e nós tivemos que aprender a lidar com elas. Dos trinta, mais da metade já passou dos 10 anos conosco e o restante está nessa direção porque acreditamos em relações de longo prazo. Foi difícil o período no qual encolhemos. Tivemos anos muito bons e alguns ruins em termos de resultado. Acredito que cerca de 80% bom e 20% ruim.

Nós ainda temos muito a fazer e, a cada dia, nós procuramos ser melhores como empresa, como pessoas e como empreendedores. Nossa força vem da verdadeira parceria construída, primeiramente, por nós dois e, depois, com todos que estão junto conosco. Temos uma empresa humanizada. É nosso desejo que a pessoa tenha uma experiência de trabalho diferenciada aqui e trabalhamos duramente para que isso aconteça. Queremos que as pessoas sejam felizes explorando o máximo de sua potência o que, às vezes, dá muito prazer e orgulho e, noutras, dores de crescimento por romper paradigmas.

Nossa carta de intenções, escrita junto aos colaboradores há dez anos, é atual como nunca. No fim das contas, ela realmente representa nossa essência. Nossos valores são compartilhados por todos e me emociono cada vez que ouço alguém do Grupo Bridge falar de como aqui nós vivemos o que nós nos propusemos com o envolvimento de todos. Nós dizemos que fazemos Arquitetura do Conhecimento. Acho que isso representa o que somos - perfeição nas estruturas, que devem ser sólidas, e beleza para explicar o que pensamos. O resultado é aquele espaço que você não sabe explicar, mas se apaixona por ele facilmente.”

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Depoimento de Sérgio Cruz (Sócio-Diretor e Fundador do Grupo Bridge):

“Eu sempre quis que aqui dentro do Grupo Bridge fosse um lugar onde as pessoas que aqui trabalham possam o ver como fonte de sustentação e que sirva para realizar sonhos, que todos pudessem sonhar ser o que quisessem ser. Ninguém precisa estar preso a uma descrição de cargo. Temos diversos exemplos de pessoas que entraram para determinada função e, no decorrer do caminho, foram se descobrindo com outras potencialidades ou começaram a sonhar em fazer outra coisa da vida e assim fizeram, aqui dentro mesmo. Não é preciso sair da empresa em busca de outro emprego pra fazer outra coisa da vida. Alguns brincam e dizem que eu faço personograma ao invés de organograma organizacional. E, pra mim, é isso mesmo. Não vejo problema algum em fazer personograma, em construir o organograma da empresa em função das pessoas ao invés das pessoas em função do organograma. Temos como princípio colocar o homem no centro das nossas decisões e gosto dessa administração humanista. E quando falo de realizar sonhos também é no sentido financeiro. Todos têm sonhos financeiros. Alguns sonham em trocar de carro, outros em ter casa própria, outros em se livrar das dívidas e outros pensam em financiar a viagem dos sonhos. O trabalho tem que servir pra acolher todos estes sonhos. Acredito que todos devem sustentar seus sonhos, ganhar a vida. Mas não precisam empobrecer sua vida pessoal para ganhar esse dinheiro, ou seja, não precisam ter o trabalho como um fardo, fazendo atividades com as quais não se identifica, por exemplo, ou se sacrificando com cargas além do que gostariam para conseguir alcançar a remuneração dos sonhos. O próprio trabalho em si tem que ser uma coisa bacana. O meio tem que ser bom, não apenas o fim.

Acho importante um lugar de trabalho onde as pessoas possam desenvolver relações e vínculos de confiança. Por isso, fui na contra-mão do formato tradicional de consultoria, que contrata pessoas por projeto ou Freelancers. Tomamos a decisão de que todos aqui seriam fixos. Isso porque acho importante que todos estejam imersos numa mesma cultura, tenham uma identidade unificada, partilhem valores, além de garantir a própria metodologia de trabalho. Quando tomei essa decisão, ouvi de muitas pessoas do mercado “Você está louco! Vai colocar a faca no próprio pescoço assumindo um custo fixo sem saber quando terá maior ou menor demanda de projetos.” E isso realmente é verdade, o custo tensiona o empresário, mas não deixa de ser uma diferenciação também para o negócio sob o ponto de vista do cliente. E os clientes que estão conosco valorizam um tipo de serviço altamente personalizado e demandam pessoas que dominem sua cultura e linguagem.

Aliás, quando dizem que estou louco, eu costumo ficar mais instigado pra tomar a decisão. A maioria das decisões que tomei e que deram muito certo parecia loucura para os outros. E talvez eu seja um pouco louco mesmo. Faço terapia há 25 anos com a Vera, minha terapeuta (risos). E o que eu mais faço por lá é tentar me entender e saber por que faço o que eu faço. Não é à toa que sou psicólogo e ainda por cima mestre em filosofia. Acho que gosto de dar umas viajadas (risos). E acabo mergulhando o Grupo Bridge num processo terapêutico também no sentido de perguntar “por que o Grupo Bridge faz o que faz”. E a melhor forma de viver a vida é não se desviar daquilo para o qual você foi concebido ou para o seu dom. E isso acaba sendo um remédio que usamos também no cliente, faz parte da nossa missão, em cada um de nossos clientes, ajudar a “encontrarem-se” como organização, cada empresa bem como sua cultura, deve estar sempre orientada àquilo que é sua missão. E uma certeza que eu tenho é que o Grupo Bridge não nasceu para dominar o mundo, nunca foi essa a pretensão. Não no sentido de enriquecer pra caramba, aumentar capital, ser famoso, essas coisas. Então a minha forma de enxergar a economia é através da organização que não vive em função apenas de potencializar o capital, mas sim de garantir que haja uma distribuição destes recursos e que sirvam para o bem de todos.

Mas isso tudo não é só porque eu acho “legal” ou só para que o processo seja bacana para todas as pessoas. Tem muita inteligência envolvida, tem resultado para o negócio e para os clientes. E o que faz a diferença é justamente esse molho, esse tempero, esse preparo, o jeito de fazer diferente. E a gente também utiliza isso a nosso favor, internamente. Se a gente tem algum desafio para superar como negócio, eu conto com a garra de todos dando o seu melhor para alcançarmos o resultado. E, quando somos bem sucedidos, sempre que possível, gosto de compartilhar com todos - através de bonificação, participação ou alguma outra forma de recompensa, inclusive financeira - como forma de reconhecimento.”

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Depoimento do Academicista Jair Militão sobre o Grupo Bridge: 

“Do que pude acompanhar a caminhada dos iniciadores do Grupo Bridge, sempre me chamou a atenção a visão antropológica consistente que adotaram. O homem como ser de relação, dotado de inteligência, memória, vontade, com capacidade de, lendo a realidade na qual se insere, emitir respostas com autonomia. O Grupo Bridge oferece suas energias para a busca de um mundo mais humano e, portanto, sustentável.”

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VOCÊ SABIA?

Conheça algumas curiosidades sobre o Grupo Bridge

Espaço Livre: O espaço Bridge promove algumas liberdades. Permite, por exemplo, acolher filhos de funcionários e é muito comum encontrá-los pela empresa quando os pais assim preferem ou precisam. Crianças são bem vindas e alegram o ambiente (#BridgeKids). Por aqui também não há mal algum em vir trabalhar de bermuda. Os homens não precisam sofrer no verão (#Bermudamentos).

Segunda Feliz: Toda segunda-feira, algum funcionário costuma trazer algo de comer preparado por ele mesmo para compartilhar com todos. Toda segunda tem um café da manhã onde todos se reúnem para compartilhar, comer e dar risada. Gestão

Participativa e Ambiente Aberto: Desde o planejamento estratégico até a gestão de processos e papeis costumam ter a participação das equipes nos modelos. Também é comum envolver as pessoas em tomadas de decisão daquilo que vai impactar todos. Os diretores não se isolam nem os gerentes ficam em salas separadas. Ambientes abertos e mesas compartilhadas costumam formar o ambiente do Grupo Bridge. Não tem portas fechadas.

Ritual do Átomo: Costumamos chamar de ritual aquelas reuniões ou atividades que devem estar permeadas na cultura e acontecer com constância. O Ritual do Átomo é uma reunião semanal onde participam todas as pessoas da empresa. É como um Raio X, onde são mostradas todas as informações estratégicas da organização – processuais, comerciais, financeiras e de negócio. Todos podem perguntar, opinar e dar ideias.

Jogo BM&F Bridge: Para que todos olhem para o negócio e resultados da empresa de um jeito lúdico, criamos um jogo que simula a bolsa de investimento, onde cada colaborador é um investidor e cada cliente é uma potencial carteira de investimento. Isso faz com que todos lutem pelos resultados, não apenas do Grupo Bridge, como também de seus clientes. Quanto mais valorizar cada ação de seus clientes dentro do jogo, mais o time ou jogador ganha. É uma forma prazerosa e instigante de focar em questões comerciais e no negócio.

Jornada Ôntica: O Grupo Bridge montou um plano inovador para alcançar um modelo de negócio de impacto social e compartilhou com o mundo através de 09 passos. Após contar estes passos a pensadores de universidades americanas e perceber o bom acolhimento das ideias, resolveu publicar em livro a experiência e os passos desta Jornada Ôntica. Essa é a forma de enxergar o mundo pela perspectiva do Grupo Bridge, uma visão de mundo sustentável através das organizações.

Estratégia de Intimidade com o Cliente: A estratégia da organização é diferenciação no mercado através da intimidade com o cliente. A estrutura, os processos e as pessoas são voltados para isso. Todos – e não apenas o FrontOffice - devem conhecer os clientes, se possível, inclusive, pelo rosto e saber suas preferências, data de aniversário etc. Todos se reúnem para falar dos clientes e conhecer quais são seus desejos, desafios, necessidades, metas etc. E os consultores têm liberdade para estar com o cliente a qualquer momento, disponíveis para trocar ideias, pensar soluções ou simplesmente sair pra tomar café. É preciso haver genuíno interesse de cada colaborador em contribuir com os resultados de cada cliente. E não é necessário “empurrar” produto ou gerar necessidade de compra no cliente. Os resultados vêm naturalmente.

Key Messages: A nossa estratégia anual é resumida para os colaboradores em algumas Mensagens-Chave para termos como foco no ano. Atualmente, temos cinco Key Messages: Gente que Cuida (cuidar bem de todos os clientes e acompanhá-los em suas necessidades, focando naquilo que é valor para ele), Excelência (ser profundo e ser o melhor para oferecer o melhor ao cliente), Uau (que é encantar o cliente e oferecer aquilo que vai além de suas expectativas), Chega Mais (atrair mais clientes para transformar mais pessoas), Dinheiro (que é focar na sustentabilidade do negócio para fazer mais e melhor).

Marketing Relacional: O marketing do Grupo Bridge não costuma ser focado no promocional ou propaganda. Estamos no mercado há 21 anos focados em desenvolver relacionamentos que se sustentem. Aproveitando a vocação afetiva das pessoas internas e o valor que os clientes e mercado depositam em consultorias que geram confiança, a estratégia de marketing foca basicamente em criar vínculos de confiança com seus clientes, tanto no sentido da competência naquilo que faz, quanto nas questões afetivas do bem cuidar. Desta forma, a empresa tem crescido e aumentado continuamente o número de novas empresas clientes, principalmente através da indicação de um cliente ao outro. Depoimento do Gerente de Marketing (Jorge Barros):

“Embora tenha pesquisado muito do mercado e teorias externas, a estratégia de marketing do Grupo Bridge surgiu mais de dentro pra fora do que o contrário. Tive que mergulhar na essência Bridge para descobrir que tipo de marketing seria a nossa cara. Levei um tempo entendendo o que de fato nós somos, quais as nossas fortalezas, pra usar tudo isso a nosso favor. Antigamente, parecia que ninguém por aqui gostava muito de falar de questões comerciais, venda, dinheiro, negócios. Era como se isso não combinasse com desenvolvimento humano. Pesquisando o mercado, descobri que, no segmento que atuamos, mais do que propaganda, os clientes valorizam relações de confiança. E então percebi o enorme caráter relacional impresso nas pessoas que trabalham no Grupo Bridge. Aí foi só unir a fome com a vontade de comer pra desenhar a estratégia de marketing. Hoje todos se sentem bem com o tema e entendem que a melhor forma de desenvolver novos negócios é justamente fazendo o que todos mais curtem fazer: cuidar bem das pessoas com quem trabalham. Marketing de relacionamento é, de fato, cuidar das pessoas com competência, integridade e benevolência.”


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